Você sabe o que é Spotify? E o porquê o fundador do Napster – Sean Parker – acredita que ele vai superar o iTunes em dois anos?

Spotify é um serviço de streaming diferenciado, na verdade ele vem sendo aclamado como o melhor do mundo.

Segundo César Viana, editor do Softonic, “o Spotify é um novo conceito de rádio online com uma série de vantagens. Com ele você busca, escuta, compartilha e ainda leva com você a sua música preferida. Tudo de maneira legal e com qualidade de CD”. Já o site Baixaki diz que o Spotify “é uma rede de músicas que traz uma quantidade impressionante de conteúdo online: tudo o que é lançado na indústria fonográfica internacional está disponível por lá”.

É, o Spotify parece ainda mais fantástico se pensarmos que ele possibilita criar e compartilhar playlists: “É possível personalizar um set com diversas músicas ou transformar um disco inteiro em uma lista de reprodução”, afirma o Baixaki. Fora essas funcionalidades, a ferramenta pode ser conectada às redes sociais, fazendo com que o usuário possa compartilhar tudo o que anda ouvindo e, claro, seus álbuns e playlists. Sem contar que, segundo consta – já que eu nunca usei -, ela é extremamente fácil de se usar.

Pois bem, com essa introdução não é difícil de imaginar o porquê o fundador da Napster Sean Parker falou ontem (15), no festival SXSW, que em dois anos o Spotify vai superar o iTunes: “Se o Spotify continuar crescendo nesse ritmo, em número

de assinantes e usuários, ele irá ultrapassar em dois anos o iTunes, em termos de receita para as gravadoras”. Sean também não perdeu a oportunidade de criticar a ferramenta do Apple: “A loja iTunes é tão lenta, que eu estou espantado”. De fato, duas das qualidades principais do Spotify são a sua rapidez e a qualidade de som.

Mas para quem acha que isso não é o suficiente para colocar o Spotify como uma fortíssima e poderosa ferramenta, a ponto de ultrapassar o iTunes, o programa de streaming ainda está influenciando – cada vez mais – o mercado da música. A revista Billboard – famosa por seus rankings de músicas, álbuns mais vendidos etc. – afirmou nesta semana, que as informações do Spotify, junto com as do site Rhapsody, irão influenciar diretamente as estatísticas do “Billboard 100”. E ela não é a única. O Facebook tem usado o Spotify para “rankear” as músicas mais ouvidas e compartilhadas da rede social. O zbra.fm postou semana passada duas listas que, segundo o Face e, de acordo com o Spotify, continham as músicas mais ouvidas quando se está amando e quando se está na fossa.

Ainda é cedo para dizer se um artista estar ou não no Spotify pode influenciar nas vendas de seus trabalhos, mas o fato é que, segundo Daniel EK – CEO e fundador -, a ferramenta tem ajudado o mercado da música a entrar na “era do ouro”, já que pessoas que compartilham arquivos online, estão cada vez mais propícias a comprar músicas e álbuns.

A má notícia é que o Spotify ainda não está disponível em muitos países, inclusive no Brasil. E conhecendo nossas leis arcaicas, acredito que ele ainda vá demorar muito para chegar por aqui. Paciência, amigos.

Ps: EXTRA EXTRA acabou de sair um boato de que o iTunes irá fazer algo semelhante ao Spotify. Veja a matéria (em inglês) que foi publicada, agora a pouco, no site Pure Volume.

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