U2

Finalmente o dia chegou! Como sempre, foi um parto conseguir ingressos para os shows do U2. Dessa vez, eu fiz um cadastro, no final de 2010 no site oficial da banda, assim, quem tivesse esse cadastro, que é pago ($50,00), tinha preferência para comprar os convites nada baratos (R$ 240,00, arquibancada). E mesmo assim não foi fácil.

Ontem (10), assisti pela segunda vez ao show da turnê 360° do grupo irlandês. O primeiro foi no Giants Stadium, em New Jersey, no final de setembro de 2009, quando ainda morava em NY. Fora a “diferencia” gigantesca (fazendo um trocadilho com o nome do estádio de NJ) que vai desde a facilidade para se conseguir ingressos (sem ter que se programar com  cinco meses de antecedência), acessibilidade (até o mesmo), à conservação e ao conforto entre o Giants e o estádio do Morumbi, pouca coisa mudou na mega produção, que já está há dois anos na estrada. Justiça seja feita com o Morumbi: o estádio americano passou por uma super reforma recentemente,  melhor dizendo, foi reconstruído . É claro que gerou muita polêmica sobre a quantidade de dinheiro gasto para se refazer um estádio de futebol americano (como também está sendo agora, no Brasil, em relação aos estádios que sediarão ou pretendem sediar jogos na Copa de 2014).

Polêmicas e política à parte, o show foi praticamente o mesmo. Gostei tanto que fui de novo. Sem dúvida, foi a maior e melhor produção que já vi em um show. O palco, que é literalmente em 360° (o que otimiza os espaços dos estádios que antes não podiam ser aproveitados), faz com que a banda fique bem mais próxima ao público. Sem contar que a estrutura central me lembra a de uma nave da NASA pronta para decolar. E decola.

Tirando a “perfumaria”, o U2 fez um show completo e competente, como sempre. É claro que, com tantos hits na carreira e o carisma incontestável, mas meio piegas do Bono Vox, não é nada difícil lotar e agitar um estádio com capacidade para  noventa mil pessoas. Mas eles acertaram em muitas outras coisas, dntre elas a escolha acertada da banda cool do momento, MUSE, para abrir os shows da turnê. Eu a vi em NJ e agora em SP, e o grupo de rock mais uma vez foi o aperitivo ideal para esquentar o público para o prato principal. Alguns “descoladinhos” diziam, em redes sociais, que estavam indo ao show só para ver a banda de abertura, mas cá para nós, duvido que eles fossem embora depois da apresentação da banda inglesa. E se fossem, azar o deles, porque sendo fã ou não do U2 é impossível não ficar arrepiado com as luzes e vozes de noventa mil pessoas, cantando em coro canções como Where The Street Has No Name e a belíssima Walk On.

Muse

Desculpe, não é para qualquer um. É só para os grandes, como Bono e sua trupe.

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