Maria Gadú

Convidaram-me para ir a um dos dois shows que a paulistana radicada no Rio de Janeiro Maria Gadú fez e fará em São Paulo. Fui ao primeiro, que rolou ontem (1º), no Credicard Hall.

Confesso que fiquei uns dez anos afastada da música brasileira, talvez pela falta de novidades. Mas, nos últimos dois, três anos, a MPB voltou a produzir novos talentos e sair um pouco da mesmice Djavan, Adriana Calcanhoto e por aí vai…

Gostei do que ouvi.  Com a turnê “Multishow Ao Vivo Maria Gadú”, a graciosa moça, que insiste em “se enfeiar”, mostra todo o seu talento. A cantora e compositora tem uma delicadeza na voz e no modo de cantar que, mesmo a atitude “não tô nem aí para o meu visual”, deixa claro que tudo não passa de uma casca para esconder tamanha sensibilidade.

Com repertório que incluiu faixas do seu primeiro álbum homônimo, Gadú incrementa o show com belíssimas canções, já manjadas, mas com uma roupagem diferente, como, por exemplo, Lanterna dos Afogados, dos Paralamas do Sucesso, e Trêm das Onze, de Adoniran Barbosa.

Destaque para a versão Who Knew, da cantora americana Pink., e Shinbalaiê, que Gadú compôs com apenas dez anos de idade, e foi cantada em coro pelo público presente. Vida longa à talentosa jovem.

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